A IGREJA EM TRÊS DIMENSÕES
A Igreja em três dimensões é apenas uma forma de exemplificar seu nascimento e fundamento, crescimento e solidificação, razão existencial e eternidade.
A Igreja dos Evangelhos ainda está nascendo e seu embrião em formação. O processo de gestação é inédito e singular, único. É o cumprimento de um projeto de milhares de anos, feito por Deus Pai, agora sendo realizado através do Seu Filho, Jesus Cristo, o Messias prometido.
A primeira manifestação existencial da Igreja deu-se no momento em que Maria engravidou-se do menino Jesus. Cristo, O Cabeça da Igreja, é o segredo de sua materialização. Na verdade, sem Ele nada do que foi feito se fez. (João 1:3)
Nos Evangelhos encontramos a história do incansável trabalho do Mestre e Fundador da Igreja, Jesus Cristo, plantando as primeiras sementes do Seu projeto e semeando Seu ensinamento de estruturação, trazendo o projeto à realidade. O tempo de plantio para a primeira colheita foi de aproximadamente três anos e meio, o tempo de duração do processo discipulador, o tempo do ministério terreno de Jesus – como conhecemos. As regras precisavam ser conhecidas e reveladas e, como em tudo, o Fez com perfeição.
A palavra Igreja aparece apenas duas vezes nos Evangelhos e se encontra em Mateus 16:18 e 18:17. Quando aparece no capitulo 16, dá-nos uma ideia de totalidade. Já no capitulo 18:17, há um exemplo de fragmento, como se tratasse de uma congregação e suas questões internas ou entre irmãos.
Nos Evangelhos a Igreja ainda estava em formação. Sendo ela em sua totalidade considerada como o trigo, esse era o tempo em que o terreno estava sendo aplainado e as sementes sendo lançadas. Estava sempre sendo regada com sinais, maravilhas e prodígios. E as sementes ao receberem estas dádivas, iam criando raízes, pois logo se tornariam na realização do projeto de Deus para o Homem.
Quando a palavra Igreja aparece nas palavras de Jesus para Pedro em Mateus 16:18, Jesus diz :”edificarei a minha igreja”, vemos o verbo sendo conjugado no futuro, o que aconteceria em um tempo breve.
A ideia do que seria a Igreja ainda não era concebida de maneira responsável por aqueles que seguiam a Jesus, ouviam Sua voz e entendiam Suas palavras, pois as dimensões em que chegaria, apenas Jesus sabia e qual o caminho que deveria ser percorrido para que a colheita não se perdesse e os frutos gerassem sementes que dariam continuidade ao projeto original.
As testemunhas oculares registraram o bastante para testificar sobre Aquele que deu Sua vida para que a Igreja pudesse ter vida e vida eterna, segundo o projeto do Pai. Isso tornou-se realidade quando Jesus Cristo morreu, ressuscitou, subiu aos céus depois de quarenta dias de ressuscitado e enviou o Espírito Santo para guiá-la e lembrá-la das regras e promessas para que sua existência não fosse extinta.
Os Evangelhos registram o grande trabalho de Jesus e o sucesso absoluto de Sua missão. Quando caminhamos na História, ao sairmos dos Evangelhos nos deparamos com os atos ou atitudes daqueles que ouviram, creram e deram continuidade ao projeto chamado Igreja. O livro de registro do nascimento é chamado de Atos dos Apóstolos. Este livro nos traz os primeiros frutos da colheita plantada por Cristo. São pessoas que agora ao serem alcançadas pelos ensinamentos de Jesus através dos discípulos, começam a somar em números, dando forma ao Corpo de Cristo – A Igreja – agora começando a dar seus primeiros passos.
O Livro de Atos nos mostra agora a Igreja existindo e sendo cada vez solidificada pelos ensinamentos deixados por Jesus. Os grandes feitos dos apóstolos começam a aparecer, uma vez que precisam caminhar com as “próprias pernas”, pois outrora Jesus estava visível a todos e tudo parecia mais fácil; todos sabiam que Jesus resolveria qualquer questão. Precisavam continuar dependentes de Jesus, mas sabendo que eles seriam as pessoas que fariam as coisas anteriormente feitas pelo Mestre. O Poder estava penhorado através do Espírito Santo que habitava nos corações dos novos cristãos.
Esta dimensão de crescimento e solidificação custaria a vida de muitos, assim como custou a vida do próprio Cristo. A Igreja apresentada em Atos já não era somente cabeça, mas já possuía um corpo que crescia e continuaria este processo com o passar dos séculos.
Ela aparece como uma jovem e bela noiva que, ao casar-se, geraria filhos, envelheceria e chegaria o tempo de ir para um plano ainda maior. E isso aparece figurativamente nos escritos do Apocalipse, dando-nos um parecer concernente ao futuro desta noiva, a Noiva de Cristo.
Os escritos de João, em suas três epístolas já no final do compêndio bíblico, reportam-nos a obedecermos a Cristo, estarmos atentos na responsabilidade que traz ao nos tornarmos participantes do Seu Corpo. Isto é fundamental para o crescimento e fortalecimento da comunhão entre Corpo e Cabeça.
O livro do Apocalipse traz a razão existencial e eternidade, o grande casamento, a grande colheita, o grande encontro, a grande promessa, o grande dia, em que veremos o resultado de todo o trabalho feito por Jesus e por Seus discípulos no decorrer dos séculos. Veremos que a Igreja não se limitou em etnias, raça, fronteiras ou línguas. Ela será reunida para estar para sempre com O autor e consumador da nossa fé, a saber, JESUS CRISTO.
Mauricio S. Affonso
quinta-feira, 22 de julho de 2010
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
News
Bom, depois de alguns dias que me tomaram grande parte do tempo, fiz o lancei meu livro e fechei um contrato com a prefeitura da cidade de Pancas, onde meu livro ser'a distribuido nas escolas municipais, agora estou de volta.
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Meu segundo livro estara chegando esta semana e em breve sera feito lan'camento.
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Em breve mais novidadess..
Ev. Mauricio.
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Meu segundo livro estara chegando esta semana e em breve sera feito lan'camento.
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Em breve mais novidadess..
Ev. Mauricio.
domingo, 2 de agosto de 2009
A Secretaria Municipal de Educação panquense promeve
Será nesta sexta-feira, dia 07 de agosto, na cidade de Pancas, o lançamento do livro EDIFICANDO UMA CASA PARA DEUS, do Ev. Maurício S. Affonso, promovido pela secretaria Municipal de Educação, através de sua secretária.
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Com a cerimônia marcada para começar às 19:00h no auditório da secretaria, contará com as presenças do prefeito da cidade e outras autoridades, dentre elas a presença do Pastor José Moreira da Costa e Pastora Vera, a secretária de Educação a senhora Divina, a ex-diretora da escola onde estudou o Ev. Maurício, a senhora Alcir de Oliveira, e contará também com a presença de outros pastores das Igrejas locais.
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O livro será distribuído para os alunos das escolas municipais, em ocasião de uma série de palestras de incentivo e motivação aos alunos da rede escolar. Isso realmente é milagre, pois o livro não é didático. A cidade de Pancas, local de nascimento de Maurício Soares e onde também reside seus pais, através dos seus representantes legais, está reconhecendo o Ev. Maurício como escritor e um exemplo a ser seguido pelos alunos que estudam na mesma escola hoje, como uma pessoa que não olhou para as dificuldades e está chegando nos lugares mais remotos com sua mensagem escrita, tornando assim um escritor reconhecido pela cidade. O livro EDIFICANDO UMA CASA PARA DEUS é um livro com uma mensagem dinâmica para todas as idades e que revela uma surpreendente forma de edificar uma casa para Deus.
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Tudo isto é para engrandecer a Deus e para cumprir a Sua palavra que se cumpre todos os dias na vida dos Seus filhos. E louvamos a ELe por tudo isso!
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No sábado, dia 08, o livro estará sendo exposto em uma estande na feira cultural da cidade.
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Deus seja grandemente louvado e adorado!
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Obrigado Senhor, por tudo isso!
-Seu servo Ev. Maurício S. Affonso
terça-feira, 28 de julho de 2009
O testemunho de Habacuque!
Se lermos apenas a oração de Habacuque no final do capítulo 3, poderemos perceber o atestado de fidelidade do profeta. Quando ele diz: "ainda que a figueira não floresça", ele está afirmando que há flor na figueira, mas se não houver, ele permanecerá fiel do mesmo jeito. Ele não disse que havia faltado gado nos currais; ele disse que ainda que faltesse o gado. O texto, antes dessa oração, mostra o profeta tendo um encontro com Deus tão forte que o levou a ter essa convicção.
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Quem ouve um pronunciamento desse poderá até pensar em uma pessoa que realmente permanecerá fiel independente das circunstâncias. Mas quando olhamos no primeiro capítulo, vemos o mesmo profeta inquieto e perguntando a Deus o motivo de seu povo estar sofrendo tão grande flagelo, e pior, vindo de uma nação ímpia e sem piedade. Essa inquietude e questionamento de Habacuque proporcionaram a Deus uma resposta oportuna naquela época e que ainda ecoa nos nossos dias: "O Meu justo viverá pela fé"!
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Depois de uma experiência pessoal com Deus, o profeta descreve sua convicção e eterniza suas palavras.
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Que possamos continuar fiéis ao Senhor independente das circunstâncias que nos rodeia.
Amém!
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Quem ouve um pronunciamento desse poderá até pensar em uma pessoa que realmente permanecerá fiel independente das circunstâncias. Mas quando olhamos no primeiro capítulo, vemos o mesmo profeta inquieto e perguntando a Deus o motivo de seu povo estar sofrendo tão grande flagelo, e pior, vindo de uma nação ímpia e sem piedade. Essa inquietude e questionamento de Habacuque proporcionaram a Deus uma resposta oportuna naquela época e que ainda ecoa nos nossos dias: "O Meu justo viverá pela fé"!
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Depois de uma experiência pessoal com Deus, o profeta descreve sua convicção e eterniza suas palavras.
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Que possamos continuar fiéis ao Senhor independente das circunstâncias que nos rodeia.
Amém!
quinta-feira, 16 de julho de 2009
terceira Ministração - A terceira unção de Davi
Foi ministrado sobre a terceira unção de Devi nesta quarta dia 15/07.
A verdade é que as três unções de Davi trouxeram consigo três fases na vida dele onde podemos tirar muitas lições para nós hoje.
A terceira fase, é realmente um período de tempo onde Deus coloca algo grande em nossas mãos e os cuidados que precisamos ter para não deixarmos escapar a conquista, vai além de uma simples fidelidade ao Senhor. A nossa parte para consolidar a benção é de fundamental importância.
A primeira unção trouxe consigo a marca no meio da família e agora todos sabiam quem era Davi e o que lhe estava pela frente. Essa unção, feita no meio dos irmãos o capacitou para ver além dos desafios e perseguições que seguiriam no decorrer de sua juventude.
A segunda unção trouxe consigo a fase do reconhecimento no meio da sua tribo, seus parentes. Equivale dizer que é a fase o do reconhecimento no seio da igreja onde congregamos e o período onde nem sempre há perseguições, porém é uma fase em que precisaremos tomar decisões importantes tanto para nós quanto para as pessoas que nos rodeiam e acreditam em nossa chamada. Essa fase é o meio do caminho onde decidimos entre voltarmos para o "curral das ovelhas" e não precisaremos enfrentar exércitos e guerras ou então, acreditarmos que há algo ainda maior para acontecer do que simplesmente trabalhar dentro das quatro paredes de nossas igrejas, partindo assim rumo a "Israel".
A terceira e última unção trouxe consigo a fase de reconhecimento nacional do chamado de Davi para governar o povo israelita. A unção e reconhecimento no meio dos irmãos é bom, mas Hebrom ou a unção no meio da igreja é ótimo, mas há algo ainda melhor: a unção e reconhecimento fora da Igreja, onde as pessoas vão olhar para nós e saber que fomos chamados por Deus para uma grande Obra.
A terceira fase traz consigo a presença da Arca. Em Belém é bom? sim. Em Hebrom é bom? sim, mas Israel é melhor.
É lá onde Deus quer nos levar: para um lugar de excelência.
Que Deus nos unja e nos capacite para vencermos onde estivermos. Amém.
Deus nos abençoe.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Segunda Ministração-->segunda unção
A fase do reconhecimento na Igreja, já que a fase de ser reconhecimento em casa aconteceu na primeira unção.
O tempo da segunda unção é para se confirmar na prática o que foi lhe confiado para alcançar e gerenciar maiores e futuros desafios.
domingo, 5 de julho de 2009
Primeira Ministração de 3
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