quarta-feira, 28 de maio de 2014

ANUNCIANDO A SALVAÇÃO


Quem nunca precisou ser salvo de alguma situação, por mais simples que fosse? Pois a palavra SALVAÇÃO está presente no dia a dia de todos nós e a usamos sem mesmo nos darmos conta que ela possui, além de um simples pedido de socorro, também um sentido mítico.
O termo ‘Salvação’ tem suas raízes na palavra hebraica YESHUA e está presente nos escritos do Antigo Testamento. No Novo Testamento a mesma palavra foi traduzida para o grego e chegou até nós transliterada e conhecida pelo nome JESUS. Este, afirma o Novo Testamento, é o Salvador prometido por Deus para ‘salvar’ toda a humanidade, mas os judeus tiveram lá suas dúvidas e não o reconheceram como tal. Os que ao contrário partilharam, passaram a ser chamados de cristãos e depositaram nele a sua salvação. Para os judeus o seu salvador ainda aparecerá. As religiões, mesmo algumas que não são cristãs, possuem suas crenças baseadas em algum tipo de salvação, mesmo que não seja ‘salvar do inferno’ - que é o suposto lugar para onde vão os ‘não salvos’. Podemos afirmar que este é o sentido mítico da palavra.
Podemos nos deparar no dia a dia com alguém que simplesmente pode ‘salvar’ o arquivo do computador; nos filmes os heróis salvam as pessoas das catástrofes; um acordo de paz pode salvar milhares de soldados que poderiam perder suas vidas. A sociedade - por mais que espere - ainda acredita que a polícia a poderá salvar dos bandidos e a polícia, por sua vez, se previne com equipamentos à prova de balas que a poderá salvar de um projétil fatal; classifica os bombeiros como uma entidade nas quais mais confia; já não acredita tanto nos políticos para salvar o país das possíveis crises e proporcionar aos seus compatriotas a possibilidade de uma vida menos sofrida. A medicina pode gabar-se de ‘salvar vidas’ em um transplante que foi um sucesso, na descoberta de uma nova vacina; o médico que cumpriu o plantão e salvou na emergência. No esporte, o goleiro que salvou o time de tomar um gol; o jogador que fez o gol e salvou o time de cair na tabela, etc. Estamos condicionados à salvação de um jeito ou de outro.
A Igreja é composta pelo programador de computadores, pelo médico, pelo bombeiro, pelo atleta, pelo político e porque não dizer que ela também possui seus heróis? Os nomes de pessoas que fizeram parte da Igreja e foram mártires ou fizeram um trabalho que lhes custaram a vida, perpetuam até hoje e são considerados ‘santos’. Mas onde a palavra Salvação deve aparecer no contexto religioso e que envolve os profissionais que vivem ‘salvando’ no seu dia a dia?

Entendemos que a salvação deve aparecer na missão da Igreja de socorrer o seu semelhante e por muitas vezes chegar ao ponto de salvá-lo de si mesmo, quando este já se encontra dominado por algo destrutivo. A missão da Igreja vai caminhar por esta via de mão dupla, onde o ser humano vive suas próprias batalhas entre o natural e o espiritual. Se a Igreja seguir os passos de Jesus, ela não se limitará em um socorro que depende de profissionais que atuam na sociedade, ela irá além e ajudará as pessoas a vencerem suas próprias condenações e tormentos, ajudando-os a encontrar o verdadeiro sentido da salvação que aponta para a eternidade. E então a Igreja só assim não repetirá a tão conhecida frase: “Salve-se quem puder!”.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

A História da música AMAZING GRACE


Eu já amava essa música, mas depois desta explicação me apaixonei ainda mais.
o choro dos escravos é uma das riquezas da melodia!!!
Te convido a assistir o vídeo.

Comente se puder!!

AS 7 LEIS DO APRENDIZADO

AS 7 LEIS DO APRENDIZADO[1]
Conteúdo


A conclusão que o autor chega a respeito da primeira lei é que “o professor é responsável por levar os alunos a aprender”. Para chegar a este desfecho ele recorreu principalmente à Bíblia, mais precisamente ao hebraico – língua original do Antigo Testamento – para se basear nas implicações das palavras “ensinar” e “aprender”. Suas próprias experiências em salas de aula como aluno e como professor, o ajudaram a descobrir o caminho para a elaboração as 7 leis. Segundo Bruce, as responsabilidades devem ser partilhadas entre aluno e professor, pois o fracasso do aluno é o reflexo do fracasso da atuação do professor e vice e versa. O peso sobre o professor a respeito do ensino também pode ser transcendente, já que a própria Bíblia faz referência à responsabilidade de quem ensina. Ele concordou também com a definição do dicionário para sustentar seu argumento sobre o que significa “ensinar”.
Os maximizadores abordados auxiliarão na execução dessa primeira lei. A culpabilidade do fracasso ou sucesso fica maior sobre o professor, pois ele tem posse do conteúdo, onde a criatividade e aplicação serão vitais para o resultado final. A preocupação de quem ensina deve estar voltada para a necessidade de quem ouve, e não na demonstração de grande conhecimento de quem ensina. A eficiência de um professor não pode ser medida na quantidade de tempo de exercício da profissão, mas no resultado visível do que acontece com os ex-alunos referente ao que fora ensinado. Esta é a lei da igualdade de compromisso entre professor e aluno e o autor considera esta o alicerce para todas as outras leis que se seguem, mas a responsabilidade maior recai sobre quem ensina.

Esta segunda lei está voltada para o resultado que uma expectativa pode provocar em uma pessoa. Seja um professor com os alunos; palestrante com a platéia; preletores com auditórios; não importa onde nem quando, a expectativa está presente em tudo e em todos de forma geral e recíproca. O resultado aparecerá de acordo com o que se espera seja negativo ou positivo. Uma informação verdadeira ou falsa a respeito do que será executado poderá desviar completamente o rumo do planejado e provocar um resultado não desejado. O desafio é transformar o que pode ser muito negativo em positivo e motivar aqueles que são privados ou se privam de suas próprias capacidades a desbravar suas habilidades. Nesta lei, exemplos são apresentados mediante textos bíblicos para demonstrar a importância da preocupação com o próximo e como seu relacionamento pode influenciar alguém para o alcance de um magnífico resultado.
Fazer uma leitura correta do passado e do presente pode prevenir um futuro de sucesso, onde o impacto gerado maximiza o aprendizado. Nossas atitudes e ações têm o poder de fracassar a vida de alguém ou transformá-la em razão de orgulho. Deve haver um equilíbrio para que não tenhamos baixas ou exorbitantes expectativas que gerem um descompasso trazendo decepções. Nesta lei, os maximizadores da expectativa estão focalizados em como vamos aproveitar as oportunidades, seja por comportamento, palavras, gestos, ações, etc.; o resultado vai aparecer de acordo com nossas decisões e de como procederemos ante cada oportunidade.

Todas as 7 leis são baseadas ou norteadas por fundamentos bíblicos, mas esta lei está mais voltada para a vida cristã, apesar de que possa ser utilizada em qualquer área de ensino. Porém, visa mais o aspecto da vida prática de um cristão que ensina a Bíblia. O conteúdo tem seu valor inegável, mas a aplicação terá um resultado maior que apenas demonstração de grande conhecimento da história bíblica. O segredo está na contextualização da mensagem bíblica que visa mudar meu comportamento para ser o modelo de Cristo; trazer a teoria dos versículos para minha prática diária; a conduta, o caráter, a comunicação que o cristão apresenta terá impacto na vida das pessoas para darem ou não crédito no que está sendo ensinado. O tempo gasto no preparo do ensino das Escrituras proporcionará ou não que os demais saibam o que realmente Deus quer transformar em nossa vida através daquelas palavras transmitidas há tanto tempo por textos bíblicos. Negligenciando isso, certamente estamos correndo o risco de mesmo com a Bíblia aberta, mas a Palavra de Deus ainda estar fechada.
Bruce apresenta cinco passos importantes e fundamentais para que o resultado da aplicação apareça. Nesses passos somos levados a detectar o que pode impedir ou nos ajudar para o sucesso da aplicação. Dentre os maximizadores percebe-se claramente que o cristão que ensina vai precisar da direção de Deus para guiá-lo; a oração será uma aliada importantíssima no processo aplicativo. O sucesso poderá ser percebido quando você não estiver mais presente ou ao lado da pessoa que foi ensinada, mas a instrução dada leva a produzir resultados por si mesmos, oriundos da aplicação feita com base no que se ensinou. Sem a obediência aos ensinamentos bíblicos não pode haver vida cristã autentica.

Esta lei concentra na arte de passar ao aluno o máximo de informações no mínimo de tempo, com pouco esforço do aluno e com máxima retenção do que foi informado. O texto bíblico usado como base para essa lei traz como exemplo algumas iniciativas que podem ser usadas para reter informação a respeito de algo. Assim como na o arco-íris é um símbolo da aliança de Deus com a humanidade (não destruir a terra novamente com dilúvios), outros exemplos são dados como reforço para uma retenção eficaz. Nesta lei o autor reforça ainda mais a responsabilidade do professor no sucesso ou fracasso do aluno. Cartazes, outdoors, símbolos, desenhos, etc., são meios concretos de fixar o conteúdo na mente das pessoas, aumentando assim o nível de retenção.
Os maximizadores desta lei vão reforçar que as entidades de ensino precisam se preocupar com o nível da didática dos seus professores para que a instituição possa ter melhor desempenho. A retenção só terá bom resultado se o conteúdo for compreendido; caso contrário será perca de tempo. O empenho do professor deve estar focado nos fatos mais relevantes do conteúdo e materializado nas formas mais fáceis de memorização.  Usar todo o recurso possível para associação com a ideia central, como musicas, dramatizações; associe algo acontecido que seja do conhecimento de todos com o assunto e formalize o resumo, que poderá ser reduzido até mesmo em forma de uma tabela, organogramas, etc. Assim haverá chances de reter por muito tempo, ou até mesmo nunca mais se esquecerão.
Nesta lei o sucesso depende de quem ensina, unir o conteúdo com a real necessidade de quem se propõe a aprender. Assim como não se consegue pescar sem isca, também não teremos proveito em lançar conteúdo indiferente aos alunos. A pessoa de Jesus é o exemplo perfeito em atender a necessidade do seu público: Ele prende a atenção, desperta a curiosidade a respeito do conteúdo, relaciona com a necessidade do ouvinte e é capaz de suprir aquela necessidade com o que apresenta. Aquele que se propõe a ensinar deve - segundo esta lei proposta – caminhar nesta direção para que garanta o resultado que se espera. Claro que tudo isso leva em conta a criatividade por parte do professor, visando satisfazer a necessidade dos seus alunos e se colocando no lugar deles. Assim há grandes chances de entender o que pode ser feito e de que forma poderá ser ministrado o conteúdo.
Os maximizadores trabalham nesta mesma direção onde se espera que o professor se sensibilize com a realidade dos seus alunos nas mais diversas áreas do dia-a-dia deles. Claramente se transcreve nas entrelinhas o envolvimento de fato por parte do professor na vida dos estudantes; leva em conta as limitações de cada um e interage de forma responsável, capaz de conscientizar da necessidade de mudança; não somente isso, mas os métodos apresentados se tornam eficientes mediante o reconhecimento por parte dos alunos de que ali, naquele empenho por parte do professor está a esperança e o que precisam. Aqueles que forem alcançados desta forma poderão se tornar grandes exemplos para outros com necessidades semelhantes e ajudarem a transformar outras vidas. Assim, o professor poderá concluir que usou a isca certa e que o peixe foi fisgado de todas as formas possíveis em uma pescaria.

Esta lei pretende despertar em cada líder cristão a responsabilidade omitida, negligenciada e muitas vezes, desconhecida – que é a de preparar pessoas para a continuidade da tarefa de ensinar. De acordo com a aplicação dada pelo autor do texto de Efésios 4.11-12, cada pessoa cristã que ensina possui essa responsabilidade de edificar e preparar outros para o ofício. Ensina-se muito nas igrejas, o conteúdo ás vezes é bom, mas não prepara ninguém; entra ano e sai ano e nada muda. Percebe-se por essa lei que muitas vezes estamos fazendo o certo de forma errada; estamos evangelizando a igreja ao invés de prepará-la para evangelizar o mundo. Segundo Bruce, esta lei nos permite ver que somos vistos por Deus como dons para a Igreja; presentes   a quem confiou responsabilidades que serão cobradas algum dia. Neste sentido somos levados a perceber que os professores cristãos não preparam o mundo para receber Cristo, mas instrui a Igreja de como realizar este processo. Isto mostra que a igreja toda é responsabilizada pelo trabalho e não somente alguns que compõem a diretoria.
Os maximizadores desta lei mostram que compromisso, habilidade, conhecimento, atenção aos mais interessados, contam muito para um serviço eficaz e desempenho visível. O trabalho é árduo e exige o real comprometimento do professor para esta conscientização. O professor instrui e mostra como faz; dá exemplos práticos para que seus alunos o observem; faz junto com os alunos para promover experiência a eles, preparando-os para trabalhares sozinhos; acompanha seus alunos enquanto fazem e os inspiram para prosseguirem. Aqui também está o desafio ao professor de ser criativo, perspicaz, sábio, sensível à limitação de cada pessoa, incentivador, etc. Enfim, é uma responsabilidade e tanto, mas fugir deste compromisso é negligenciar o método de Deus e a vontade dEle é que sejamos obedientes enquanto é tempo, pois haverá um dia onde não será mais possível voltar e ter uma segunda chance. Então este é o desafio: “preparar para o serviço”.

Nesta lei a palavra avivamento é reforçada pela sua literalidade de “trazer a vida de novo”. Não deve ser entendia como responsabilidade de pessoas renomadas que travam dias em uma série de conferências, mas está nas mãos de pessoas que buscam a Deus por um despertar da Igreja. Bruce usa cinco passos baseados na história de Natã confrontando Davi por causa de seu pecado. Visto que Deus poderia falar diretamente a Davi, mas preferiu enviar-lhe alguém em Seu Nome, o autor percebe que o professor é identificado na pessoa de Natã enquanto o aluno na pessoa de Davi. Neste caso, seguem os passos mostrando que:
a)    O professor é um comissionado a transmitir uma mensagem divina;
b)    Esta mensagem tem o poder de confrontar a pessoa a mudar seu rumo de erros para acertos; o professor não pode omitir a mensagem.
c)    Os erros são provocados pela violação dos mandamentos divinos. O professor deve mostrar onde está o erro.
d)    O professor deve conscientizar o aluno de seus erros e mostrar que eles podem provocar danos a outras pessoas como conseqüência.
e)    O professor deve mostrar uma solução. Neste caso, o arrependimento e confissão do erro a Deus por parte do aluno.
Estes passos vão produzir o avivamento onde havia mais morte que vida.
            Os maximizadores desta lei mostram que o avivamento não acontece quando Deus deseja reavivar, mas está condicionado ao “querer” por parte dos seres humanos. A passagem do texto de II Cr 7.14 exemplifica as bênçãos do avivamento sendo condicionadas ao interesse por parte humana. Essa vontade e responsabilidade também estão nas mãos do professor espiritual, ou seja, daqueles que orientam o povo de Deus. O avivamento precisa ser contínuo e espera-se que quem o prega já o tenha experimentado. O resultado de um avivamento é experimentado quando a mudança provocada mostra a ação de Deus que molda-nos para sermos dEle. O avivamento poderá ser visto quando:
      I.        Corações forem convertidos à Cristo;
    II.        Pecados forem confessados e deixados;
   III.        Houver arrependimentos pelos erros;
  IV.        A revelação for entregue e a pessoa admitir que errou;
   V.        Quando houver uma disposição em recomeçar.
É necessário que se reconheça a necessidade do avivamento e que se busque por ele. Tenha em mente que isto exige trabalho e é um ambiente de batalha espiritual.




[1] WILKINSON, Bruce. AS 7 LEIS DO APRENDIZADO. Editora Betânia. MG – 1998.

sábado, 17 de maio de 2014

Resumo

Conteúdo referente ao resumo do livro ANDRAGOGIA[1].

A Pedagogia é a ciência que estuda como ensinar crianças, enquanto que Andragogia é a ciência que estuda como os adultos aprendem. A Andragogia foi usada pela primeira vez pelo educador alemão Alexander Kapp, em 1833. Outros educadores que usaram esse método com organogramas que facilitam o acompanhamento do desempenho de cada aluno, também são citados no decorrer do livro. Dificuldades como falar em público para adultos, por exemplo, aulas mal planejadas, conteúdos que aparentemente não provocam interesse, dentre muitas outras coisas que não deveriam, mas acabam por acompanhar alguns professores, são limites que precisam ser vencidos. E a proposta andragógica veio para proporcionar opções que venham corrigir essas falhas para que as aulas possam ser dinâmicas, atraentes, e acima de tudo, proveitosas e porque não dizer inesquecíveis? Esta é parte da proposta da Andragogia apresentada neste livro.
Na Andragogia o conteúdo não deixa de ter sua importância, mas o processo ou método usados para o ensino passam a ter destaque pelo fato do adulto ser ‘independente’ ou ‘autodirecionável’ para a escolha do conteúdo. O adulto apresenta mais resistência por já ter suas próprias experiências e assumir suas responsabilidades por seus atos diante da sociedade. Por esses e muitos outros, os mais variados motivos que favorecem o psicológico do adulto a não ceder para a aprendizagem é que esse método surgiu procurando “cativar” a atenção dessa classe de estudantes para o êxito na aprendizagem.
Estatísticas referentes à capacidade do cérebro para guardar informações visuais, auditivas, reproduzidas verbalmente, de práticas de certa teoria, etc., ajudam e orientam o professor(a) para um sucesso maior com este método e também lhe oferece meios para planejar melhor suas aulas. Alguns recursos tecnológicos são sugeridos para a aplicação do conteúdo e até informações com relação ao tempo ideal para a execução de cada tarefa, são esboçadas para garantir não só o sucesso do educador, como principalmente o resultado positivo no processo de aprendizagem do adulto, livres de aulas maçantes.



[1] BELLAN, Zezina Soares. ANDRAGOGIA em ação. SP. SOCEP Editora, 2005.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

As "Duas" Portas e Caminhos

Mateus 7:13-14

13 "Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta é o caminho é largo que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela.
14"Porque a porta é pequena é o caminho é estreito que conduz à vida, e são poucos os que a encontram.

O ver. 14 parece dirigir uma resposta a Lucas 13:23 que não é provável que esta é uma das muitas passagens feitas por Mateus, ou os autores das suas fontes, fora de ordem cronológica. "Entrai" em Mateus, mostra reação imediata e determinação. Observe:

  1. Em Lucas, "lutar ( ἀγωνίζεσθε ) para entrar". Aqui em Mateus, "entrar de uma só vez".
  2. Em Lucas, "pela porta estreita", aparentemente, o último lugar permanente. Em Mateus, "pela porta estreita" aparentemente a estrada que nos leva, finalmente, a salvação completa.

Assim, em Lucas, nosso Senhor fala de continuar lutando, enquanto Mateus fala de decisão imediata, na qual, no entanto, encontra-se a garantia de sucesso final.
Obs.: Pela porta estreita Versão Revisada.

Crisóstomo, contrastando presentes ensaios com felicidade futura, diz: "angustio é o caminho e estreita é a porta, mas não a cidade".

Jesus parece aludir aqui a distinção entre estradas públicas e privadas, cujas medidas são fixadas pelos cânones judaicos, que dizem que as medidas das ruas ou entradas publicas e/ou privadas seriam:
  • A forma privada era de quatro côvados
  • A forma de cidade em cidade, oito côvados
  • A forma pública, dezesseis côvados
  • A forma das cidades de refúgio, trinta e dois côvados.
Já encontramos nestes dois versículos de Mateus uma prévia conclusão do Sermão da Montanha. "A justiça do reino", tão amplamente descrito, tanto em princípio e em pormenor, seria visto envolvendo auto-sacrifício a cada passo. Multidões nunca iriam enfrentar isso. Mas deve ser enfrentado, então as consequências que serão fatais. Isso seria dividir tudo dentro do tom dessas verdades em duas classes: (1) a muitos, que vão seguir o caminho da facilidade e do comodismo-final, onde eles podem desfrutar enquanto caminham das facilidades proporcionadas pela largura do caminho, (2) e os poucos que, empenhados na segurança eterna, acima de tudo, andam no caminho que conduz à vida, custe o que custar. Os obstáculos e dificuldades encontrados no pequenos espaço do caminho não impedem o caminhante de continuar. 

Isso nos dá a oportunidade de ver os dois versos desta aplicação de conclusão, representando essas aplicações, mesmo que sejam - de certa forma - um pouco filosóficas.
Entrar pela porta estreita, expressa a dificuldade do primeiro passo certo na vida devocional, envolvendo, se isso acontecer, um triunfo sobre todas as nossas inclinações naturais. Daí a expressão ainda mais forte em Lucas 13:24: "Esforçai-vos por entrar pela porta estreita", levando-nos a entender que porque larga é a porta, entrou facilmente e largo é o caminho, facilmente trilhado,
que conduz à perdição, e assim atraiu "muitos são os que entram por ela."

Esta declaração simples de Cristo foi desconsiderada por muitos que têm se esforçado para explicá-la, mas em todas as idades, o verdadeiro discípulo de Cristo tem sido visto como um personagem fora de moda singular, e todos os que alinharam com o maior número, têm ido no largo caminho da destruição.

Importante:
Se de fato podemos compreender isso, vemos que o esforço do texto é para que o indivíduo entre. É imperativa a palavra em Mateus "entrai".
Pode se dizer isso ou fazer o convite quem está do lado de fora ou do lado de dentro; não muda-se o Tom por causa da posição geográfica de quem fala. Veja que no caminho largo são muitos os que entram, mas o caminho estreito são poucos os que o encontram. Observe que os poucos que encontram não entram, mas são automaticamente postos pra dentro mediante a imperatividade da palavra que abre o versículo 13. Se nós considerarmos as palavras do evangelista João para aplicarmos uma identidade à Porta, poderemos até dizer que é Cristo.
Isto implica em interpretarmos "Cristo" como sendo o resumo das declarações de fé e obediência no Sermão do Monte e demais palavras de Jesus nos quatro evangelhos. Resumindo, ouvindo o Messias Salvador, ou Cristo Jesus.


Queremos encerrar essa meditação com Lucas 13: 24: "Esforcem-se, (lutem, Sejam teimosos para conseguirem; continuem tentando, não desistam mesmo que tropecem e caiam, levantem-se) para entrar pela porta estreita, porque muitos, digo-vos, vou tentar entrar e não poderão".

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

"O que vi Ultimamente!"

Faz tempo que não apareço por aqui. Sim, Lamento às vezes. Mas também quase não tenho mais tempo para escrever aqui. Este é o ano da minha formatura, terminando o bacharelado em teologia...to feliz.

Me esforcei muito no ano que passou e obtive bons resultados nos estudos por causa da dedicação.

Agora, não sei onde vamos parar com o chamado "cristianismo" com as aberrações que aparecem no meio evangélico e acabam por trazer situações vexatórias aos que são verdadeiros ou bem esclarecidos.

Hoje, o conhecimento bíblico se limitou a saber quantos livros tem o Antigo Testamento, quantos livros tem no Novo testamento, quantos versículos tem a Bíblia (isso tá piorando, porque cada tradução ou versão aumenta alguma coisa), quem são os autores de cada livro, qual é o maior salmo, qual é o menor, etc. Isso tudo é importante saber, mas há algo mais lindo a ser descoberto. A mensagem divina está logo ali.
Alguém enviou uma perguntou à uma pessoa famosa da televisão:

  • "fulano, os dinossauros existiram mesmo?", e o fulano responde:"
  • Sim, minha irmã, mas como não couberam na arca de Noé, morreram afogados".
Nada contra...vai que é verdade né! Bom, mas isso foi só pra descontrair, porque o que me preocupa mesmo não vou contar, não por enquanto!... ah, só uma então. Alguém pregando na tv, disse:
  • Se você tem mãos abençoadas, então oferte cem mil reais (100.000,00).[eu dei um pulo do sofá], mas se não tem, que oferte só mil (1.000,00).
Acaba de sair a lista em uma revista famosa, dos líderes religiosos mais ricos do Brasil. Mas não quero falar disso, até porque acho que escrevo só pra mim mesmo.

Ser um pastor hoje já não é mais uma questão de chamado de Deus para muitos, e sim uma seleção de habilidosos com as palavras para superficialmente falar do que pensam que está na Bíblia, que acabem por enganar os mais simples, que estes sim, Deus os contemplará; não os deixarão confundidos.
Sei das minhas limitações e que não posso oferecer muita coisa boa, mas pode ser que se levantem pessoas que possam fazer alguma coisa e contemplem o verdadeiro Evangelho e suas dimensões para a fé do ser humano.

Talvez eu seja apenas uma voz sozinha, mas que seja. Quem sabe alguém algum dia ouça!



quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

My Book



Building a house to God


This is our mensage for you.

God bless you so much in 2012.

We will be here for bless your life. we like to preach the gospel for all nations and say Jesus Crhist is the Lord.


Ev. Mauricio

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

RE-formar de NOVO

A Reforma Protestante do século XVI trouxe um novo tempo para a fé cristã. Firmada a doutrina "sola fide, sola Escriptura, sola Gratia", desenvolveu-se uma teologia voltada para a pessoa de Deus em busca do ser humano. Esse movimento reformatório abriu prescedente para um reestruturação nas doutrinas que regem a fé em Jesus. O preço que os reformadores pagaram por tal atitude, na sua época, equivale a profissão de fé dos primeiros cristãos frente ao Império Romano, em seus primeiros anos da era primitiva. A Igreja Católica, atolada até ao pescoço no paganismo e ns exploração do ser humano, fez o papel do Império sem pestanejar: matar todos que não lhes fossem subordinados.


Com muito sacrifício a fé reformada chegou no século XXI. Durante o Iluminismo viu-se ameaçada por tantos pensamentos e filosofias a respeito da Bíblia e do seu Cristo, que o romper do século XIX não foi contado apenas pelo "passar das décadas", mas sim um desafio por manter o valor dos bravos reformadores frente um catolicismo escolástico.


O que mais me incomoda é ver o rumo que alguns estão tomando ao usarem a fé para enriquecimento ilícito e exploração, tal como nos séculos precursores da Reforma. Seria esse um sinal de um novo cisma? Alguns já pensam que sim e até mesmo em uma nova reforma. Todo o esforço para se encontrar uma alma que professe o Senhor Jesus, é descartado com uma exclusão do rol de membros, como se fossem os justiceiros da fé. A proibição imposta a alguns em não tomar a Ceia, deixa-me até pensativo sobre realmente de quem é a Ceia: se é da denominação ou do Senhor. E os "justiceiros" avançam na exploração do "rico mais cedo", levando pessoas a sacrificarem o mais precioso em nome de uma mudança financeira.


O argumento que alguns usam no meio financeiro é dizer: "sacrifique o que você tem de melhor. Abraão ofereceu Isaque, pois era o seu melhor". Ainda bem que Abraão viveu em tempos antigos, porque se é hoje, o Isaque tinha rodado. Todo culto ou reunião festiva, os desafios são levantados em troca da bênção financeira. O que ainda esses não pensaram é o seguinte:



  1. O Isaque não foi sacrificado.


  2. Deus não poderia, frente a promessa, pedir a herança de Abraão.


  3. O sacrifício de Isaque não resolveria o problema.


  4. A "religião dos pais" não incluía sacrifício humano.

Eu pensei há pouco tempo que seria necessário virar coelho para gerar filhos tão rápido, pois a cada sacrifício pedido, o tempo de gestação não permitia "produzir" um novo Isaque para a oferta. Interessante!


...

JESUS CRISTO LIBERTADOR

Jesus Cristo Libertador

A libertação que Cristo trouxe em relação à Lei não constituía em anular os escritos sagrados e estabelecer uma nova doutrina, mas sem dúvida que depois dEle muita coisa mudou. Ninguém possuía autoridade para alterar qualquer coisa na Lei e Jesus lidou com isso desfazendo a inversão de valores adquiridos durante séculos. Jesus traz o ser humano para ser o mais importante, já que muitas das ordenanças colocavam-nas como prioridade. Tanto é verdade que Ele diz: ”Não é o homem para o sábado, mas o sábado para o homem” (Mc 2:27). O ser humano estava em segundo plano na religião e nos costumes judaicos e Jesus trabalha mostrando a vida humana mais importante para Deus que a religião e seus sacrifícios que se exigia. Ao curar pessoas nos dias de sábado, muitos se escandalizavam e O rejeitavam, mas o amor, a compaixão, a misericórdia, o socorro, a atenção, a inclusão, o perdão e tantas outras coisas eram praticados em prol do ser humano, que iam diretamente atingindo as bases da religião judaica. Leonardo Boff ainda diz o seguinte:

O amor que ele prega e exige deve ser incondicional para amigos e inimigos (Mt 5:44). Porém, se Cristo liberta o homem das leis, não o entrega à libertinagem ou à irresponsabilidade. Antes pelo contrário: cria laços e ligações ainda mais fortes que os da Lei. [1]

Nas bases de ensino de Jesus fica muito evidente a valorização das pessoas colocando-as como iguais, onde a acepção já não encontra lugar. A solidariedade e o amor são tão marcantes no ministério de Jesus que as passagens dos Evangelhos registram as multidões indo ter como Ele durante muitos dias sem intervalos, ao ponto de Jesus realizar a multiplicação dos pães e alimentar muitas pessoas devido ao tempo contínuo de busca por milagres. O amor é a maior demonstração de Jesus para com o próximo. Tolerância, inclusão e perdão são evidências claras nos ensinamentos de Cristo. Até os Dez Mandamentos foram resumidos em dois: “amar a Deus acima de todas as coisas e ao teu próximo como a ti mesmo”.

[1] Boff, Leonardo. Jesus Cristo Libertador. Pág. 51. Vozes 2003.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

BATISMO

O batismo cristão tem seu fundamento no ministério de Jesus de Nazaré, na Sua morte e ressurreição. É conferido em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Desde os primeiros dias da Igreja ele é praticado e atestado nas cartas do Novo Testamento, nos Atos dos Apóstolos e nos escritos patrícios. É um sinal da vida nova em Cristo. Os batizados estão assimilados à morte de Cristo, com Ele são sepultados e da mesma forma ressuscitam aqui e agora, para uma vida nova, assegurando que no futuro estarão unidos com Cristo em uma ressurreição semelhante à Sua.

“Há... um só batismo, um só Deus e Pai de todos...” (Ef 4:4-6). O batismo é um sinal do Reino de Deus e da vida do mundo futuro. Não consiste numa experiência momentânea, mas tem a ver com o crescimento de toda uma vida na comunhão de Cristo. O batismo de adultos e o batismo de crianças têm lugar, um e o outro, no seio da Igreja como comunidade de fé, mesmo havendo divergências ou concordâncias nas praticas de batismos para crianças. Deve-se evitar toda e qualquer prática que possa ser interpretada como um re-batismo.

Todos estão de acordo em dizer que o batismo cristão é um batismo na água e no Espírito Santo. Em suma o batismo é: participação na morte e na ressurreição de Cristo, conversão, perdão, purificação, dom do Espírito, incorporação no Corpo de Cristo e sinal do Reino de Deus. Geralmente é celebrado por um ministro ordenado, ainda que em outras circunstâncias outros sejam autorizados a batizar.

sábado, 5 de março de 2011

A Liberdade




alguem me disse certa vez que voar é bom, mas que é possivel fazê-lo sem sair do chão. Eu concordo. E até digo que liberdade é uma conquista que já nos foi dada. O que precisamos é rever nossos conceitos e reconhecer que estamos presos a pequenas coisas. O que tem nos impedido de voar, por muitas vezes, não tem sido a falta de asas, e sim o peso do julgamento que fazemos uns dos outros.

domingo, 5 de setembro de 2010

Inquisição Moderna

A Igreja cristã sofreu perseguição desde sua organização através dos apóstolos e discípulos de Jesus Cristo. O próprio Cristo nasceu sob perseguição e durante sua vida ministerial, esta teve seu ápice, no momento em que O crucificaram junto com dois meliantes no alto de um monte chamado Gólgota, em Jerusalém. Jesus Cristo morreu aos trinta e três anos de idade e mudou a Historia da Humanidade para antes de depois dEle.
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Seus seguidores deram continuidade à Sua pregação e morreram, sob as mais terríveis formas de tortura e condenação. Um dos seus implacáveis perseguidores foi Saulo, de Tarso, que possuía a cidadania romana e tinha carta branca para exterminar os cristãos.
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Segundo a Bíblia, Saulo estava a caminho de mais uma de suas atrocidades contra os cristãos, quando o próprio Jesus lhe apareceu e depois desta experiência tornou-se um dos seguidores mais conceituados pelo cristianismo. Roma tornou-se, com o tempo, o centro do cristianismo e todas as decisões relacionadas a ele passava por ali.
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Agora, de perseguidor passou a ser perseguido por causa da pregação das doutrinas e ensinamentos deixados por Jesus. Com o passar das décadas e séculos, a Igreja cristã, de perseguida passou a ser perseguidora daqueles que diferiam de suas doutrinas. E matou em um número muito mais elevado que os seus próprios mártires foram sucumbidos. Isto porque heresias começaram a surgir no próprio seio da igreja cristã e, como se tornou a religião oficial do Estado, quem não estivesse de acordo com ela, pagaria com a vida pela “desobediência”.
Com o crescimento desta corrente religiosa, as distâncias entre uma igreja e outra (Oriente e Ocidente), passou a ser mais difícil de coincidir suas mudanças e em 1052 acontece o grande cisma, passando oficialmente a existir a Igreja cristã Oriental e Ocidental.
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A historia negativa que a Igreja cristã deixou através dos séculos marcou não somente a sua própria, como afetou a de inúmeros povos em toda a face da Terra. A Reforma Protestante no início do século XVI foi a esperança de uma mudança e o retorno ao verdadeiro sentido do cristianismo.
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Com tendências futuristas do século XXI e as inúmeras mudanças doutrinárias, os inúmeros nomes e incontáveis igrejas surgindo, estamos à beira de uma nova Reforma, já que as "teologias" tem trazido tantas novas interpretações de alguns textos isolados da Bíblia. A quantidade de pregadores pedindo dinheiro em quantidades exorbitantes até nos assustam nos deixando tão perplexos, quase acreditamos na mágica em dar mil reais e colher um milhão. Não aguento mais ouvir pessoas dizendo no meio de suas "mensagns" que 70 pessoas foram reveladas para darem mil reais cada, pois Deus tem um plano especial para elas, e tal...e eu me sintindo diminuído por não ter uma oferta de valor maior que dez reais, se tratando de valores em dinheiro e não em valores espirituais - é claro. Sinto um nó na garganta por ter a fraqueza de no momento pensar que o plano para mim é inferior. Isso me lembra uma outra época da História em que envolvia alguma coisa como que indulgência, sei lá...acho que sou eu quem está errado - vai saber, né !
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Vi uma pessoa na televisão recentemente pedindo dinheiro para um projeto milhonário no Brasil, e em sua justificativa para que a oferta fosse entregue por quem estivesse ouvindo, é que se você não tem mãos "abençoadas" só pode semear R$1.000,00, mas se tem mãos abençoadas você pode semear R$100.000,00 e até mesmo R$ 1.000.000,00. Acho que preciso de uma semente dessa árvore, cujas folhas são cédulas de cem reais, verdinhas, viçosas, e na estação seca produz frutos e suas folhas nunca murcham...ah até me lembrei de um salmo, mas acho que se trata de outra coisa...penso eu.
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Quando é que o rostinho dessas pessoas vão começar a corar e pararem de explorar um povo já super explorado pelo governo com seus impostos abusivos, suas corrupções por privilégios surreais?
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Que tal voltarmos a pensar no verdadeiro efeito do Evangelho na vida das pessoas que é uma transformação do estado de caído para estarem de pé, de desespero por esperança, de perdidos por achados e de condenados a salvos !
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Não sou contra a pregação quanto aos compromissos financeiros das igrejas e seus momentos ofertórios e dízimos, mas tem gente exagerando e não sabe falar outra coisa se não a proposta do "rico mais cedo". O princípio de colheita já está estabelecido pelo próprio Jesus quando disse que tudo que o Homem semear isso também ceifará.
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Ao analisar a trajetória de Jesus Cristo, pode-se ver claramente, aqueles que O perseguiam, aqueles que O odiavam, os que O testavam, outros que O amavam, os que O admiravam, outros que O divulgavam e criam nEle como um profeta, etc., e mesmo com todo esse povo que o rodeava, nada poderia deter Sua missão e a mensagem que pregava, juntamente com as promessas que fazia.
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Seu sofrimento e força, tortura e crucificação, morte e exemplo deixados, para alguns não foi o suficiente - como forma de comparação de opressão ao inocente – para que não houvesse mais a repetição de tal ato. A busca por interesse em Poder Temporal, status e o epíteto de “Temido”, foram razões maiores em seus psiques para executarem de igual modo a inocentes no decorrer dos anos, em nome da fé (distorcida) nAquele que iniciou o cristianismo com mansidão.
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quinta-feira, 22 de julho de 2010

A IGREJA EM TRÊS DIMENSÕES

A IGREJA EM TRÊS DIMENSÕES

A Igreja em três dimensões é apenas uma forma de exemplificar seu nascimento e fundamento, crescimento e solidificação, razão existencial e eternidade.

A Igreja dos Evangelhos ainda está nascendo e seu embrião em formação. O processo de gestação é inédito e singular, único. É o cumprimento de um projeto de milhares de anos, feito por Deus Pai, agora sendo realizado através do Seu Filho, Jesus Cristo, o Messias prometido.
A primeira manifestação existencial da Igreja deu-se no momento em que Maria engravidou-se do menino Jesus. Cristo, O Cabeça da Igreja, é o segredo de sua materialização. Na verdade, sem Ele nada do que foi feito se fez. (João 1:3)
Nos Evangelhos encontramos a história do incansável trabalho do Mestre e Fundador da Igreja, Jesus Cristo, plantando as primeiras sementes do Seu projeto e semeando Seu ensinamento de estruturação, trazendo o projeto à realidade. O tempo de plantio para a primeira colheita foi de aproximadamente três anos e meio, o tempo de duração do processo discipulador, o tempo do ministério terreno de Jesus – como conhecemos. As regras precisavam ser conhecidas e reveladas e, como em tudo, o Fez com perfeição.
A palavra Igreja aparece apenas duas vezes nos Evangelhos e se encontra em Mateus 16:18 e 18:17. Quando aparece no capitulo 16, dá-nos uma ideia de totalidade. Já no capitulo 18:17, há um exemplo de fragmento, como se tratasse de uma congregação e suas questões internas ou entre irmãos.
Nos Evangelhos a Igreja ainda estava em formação. Sendo ela em sua totalidade considerada como o trigo, esse era o tempo em que o terreno estava sendo aplainado e as sementes sendo lançadas. Estava sempre sendo regada com sinais, maravilhas e prodígios. E as sementes ao receberem estas dádivas, iam criando raízes, pois logo se tornariam na realização do projeto de Deus para o Homem.
Quando a palavra Igreja aparece nas palavras de Jesus para Pedro em Mateus 16:18, Jesus diz :”edificarei a minha igreja”, vemos o verbo sendo conjugado no futuro, o que aconteceria em um tempo breve.
A ideia do que seria a Igreja ainda não era concebida de maneira responsável por aqueles que seguiam a Jesus, ouviam Sua voz e entendiam Suas palavras, pois as dimensões em que chegaria, apenas Jesus sabia e qual o caminho que deveria ser percorrido para que a colheita não se perdesse e os frutos gerassem sementes que dariam continuidade ao projeto original.
As testemunhas oculares registraram o bastante para testificar sobre Aquele que deu Sua vida para que a Igreja pudesse ter vida e vida eterna, segundo o projeto do Pai. Isso tornou-se realidade quando Jesus Cristo morreu, ressuscitou, subiu aos céus depois de quarenta dias de ressuscitado e enviou o Espírito Santo para guiá-la e lembrá-la das regras e promessas para que sua existência não fosse extinta.
Os Evangelhos registram o grande trabalho de Jesus e o sucesso absoluto de Sua missão. Quando caminhamos na História, ao sairmos dos Evangelhos nos deparamos com os atos ou atitudes daqueles que ouviram, creram e deram continuidade ao projeto chamado Igreja. O livro de registro do nascimento é chamado de Atos dos Apóstolos. Este livro nos traz os primeiros frutos da colheita plantada por Cristo. São pessoas que agora ao serem alcançadas pelos ensinamentos de Jesus através dos discípulos, começam a somar em números, dando forma ao Corpo de Cristo – A Igreja – agora começando a dar seus primeiros passos.
O Livro de Atos nos mostra agora a Igreja existindo e sendo cada vez solidificada pelos ensinamentos deixados por Jesus. Os grandes feitos dos apóstolos começam a aparecer, uma vez que precisam caminhar com as “próprias pernas”, pois outrora Jesus estava visível a todos e tudo parecia mais fácil; todos sabiam que Jesus resolveria qualquer questão. Precisavam continuar dependentes de Jesus, mas sabendo que eles seriam as pessoas que fariam as coisas anteriormente feitas pelo Mestre. O Poder estava penhorado através do Espírito Santo que habitava nos corações dos novos cristãos.
Esta dimensão de crescimento e solidificação custaria a vida de muitos, assim como custou a vida do próprio Cristo. A Igreja apresentada em Atos já não era somente cabeça, mas já possuía um corpo que crescia e continuaria este processo com o passar dos séculos.
Ela aparece como uma jovem e bela noiva que, ao casar-se, geraria filhos, envelheceria e chegaria o tempo de ir para um plano ainda maior. E isso aparece figurativamente nos escritos do Apocalipse, dando-nos um parecer concernente ao futuro desta noiva, a Noiva de Cristo.
Os escritos de João, em suas três epístolas já no final do compêndio bíblico, reportam-nos a obedecermos a Cristo, estarmos atentos na responsabilidade que traz ao nos tornarmos participantes do Seu Corpo. Isto é fundamental para o crescimento e fortalecimento da comunhão entre Corpo e Cabeça.
O livro do Apocalipse traz a razão existencial e eternidade, o grande casamento, a grande colheita, o grande encontro, a grande promessa, o grande dia, em que veremos o resultado de todo o trabalho feito por Jesus e por Seus discípulos no decorrer dos séculos. Veremos que a Igreja não se limitou em etnias, raça, fronteiras ou línguas. Ela será reunida para estar para sempre com O autor e consumador da nossa fé, a saber, JESUS CRISTO.



Mauricio S. Affonso

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

News

Bom, depois de alguns dias que me tomaram grande parte do tempo, fiz o lancei meu livro e fechei um contrato com a prefeitura da cidade de Pancas, onde meu livro ser'a distribuido nas escolas municipais, agora estou de volta.
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Meu segundo livro estara chegando esta semana e em breve sera feito lan'camento.
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Em breve mais novidadess..
Ev. Mauricio.

domingo, 2 de agosto de 2009

A Secretaria Municipal de Educação panquense promeve

Será nesta sexta-feira, dia 07 de agosto, na cidade de Pancas, o lançamento do livro EDIFICANDO UMA CASA PARA DEUS, do Ev. Maurício S. Affonso, promovido pela secretaria Municipal de Educação, através de sua secretária.
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Com a cerimônia marcada para começar às 19:00h no auditório da secretaria, contará com as presenças do prefeito da cidade e outras autoridades, dentre elas a presença do Pastor José Moreira da Costa e Pastora Vera, a secretária de Educação a senhora Divina, a ex-diretora da escola onde estudou o Ev. Maurício, a senhora Alcir de Oliveira, e contará também com a presença de outros pastores das Igrejas locais.
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O livro será distribuído para os alunos das escolas municipais, em ocasião de uma série de palestras de incentivo e motivação aos alunos da rede escolar. Isso realmente é milagre, pois o livro não é didático. A cidade de Pancas, local de nascimento de Maurício Soares e onde também reside seus pais, através dos seus representantes legais, está reconhecendo o Ev. Maurício como escritor e um exemplo a ser seguido pelos alunos que estudam na mesma escola hoje, como uma pessoa que não olhou para as dificuldades e está chegando nos lugares mais remotos com sua mensagem escrita, tornando assim um escritor reconhecido pela cidade. O livro EDIFICANDO UMA CASA PARA DEUS é um livro com uma mensagem dinâmica para todas as idades e que revela uma surpreendente forma de edificar uma casa para Deus.
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Tudo isto é para engrandecer a Deus e para cumprir a Sua palavra que se cumpre todos os dias na vida dos Seus filhos. E louvamos a ELe por tudo isso!
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No sábado, dia 08, o livro estará sendo exposto em uma estande na feira cultural da cidade.
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Deus seja grandemente louvado e adorado!
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Obrigado Senhor, por tudo isso!
-Seu servo Ev. Maurício S. Affonso

terça-feira, 28 de julho de 2009

O testemunho de Habacuque!

Se lermos apenas a oração de Habacuque no final do capítulo 3, poderemos perceber o atestado de fidelidade do profeta. Quando ele diz: "ainda que a figueira não floresça", ele está afirmando que há flor na figueira, mas se não houver, ele permanecerá fiel do mesmo jeito. Ele não disse que havia faltado gado nos currais; ele disse que ainda que faltesse o gado. O texto, antes dessa oração, mostra o profeta tendo um encontro com Deus tão forte que o levou a ter essa convicção.
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Quem ouve um pronunciamento desse poderá até pensar em uma pessoa que realmente permanecerá fiel independente das circunstâncias. Mas quando olhamos no primeiro capítulo, vemos o mesmo profeta inquieto e perguntando a Deus o motivo de seu povo estar sofrendo tão grande flagelo, e pior, vindo de uma nação ímpia e sem piedade. Essa inquietude e questionamento de Habacuque proporcionaram a Deus uma resposta oportuna naquela época e que ainda ecoa nos nossos dias: "O Meu justo viverá pela fé"!
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Depois de uma experiência pessoal com Deus, o profeta descreve sua convicção e eterniza suas palavras.
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Que possamos continuar fiéis ao Senhor independente das circunstâncias que nos rodeia.

Amém!

quinta-feira, 16 de julho de 2009

terceira Ministração - A terceira unção de Davi


Foi ministrado sobre a terceira unção de Devi nesta quarta dia 15/07.
A verdade é que as três unções de Davi trouxeram consigo três fases na vida dele onde podemos tirar muitas lições para nós hoje.
A terceira fase, é realmente um período de tempo onde Deus coloca algo grande em nossas mãos e os cuidados que precisamos ter para não deixarmos escapar a conquista, vai além de uma simples fidelidade ao Senhor. A nossa parte para consolidar a benção é de fundamental importância.
A primeira unção trouxe consigo a marca no meio da família e agora todos sabiam quem era Davi e o que lhe estava pela frente. Essa unção, feita no meio dos irmãos o capacitou para ver além dos desafios e perseguições que seguiriam no decorrer de sua juventude.
A segunda unção trouxe consigo a fase do reconhecimento no meio da sua tribo, seus parentes. Equivale dizer que é a fase o do reconhecimento no seio da igreja onde congregamos e o período onde nem sempre há perseguições, porém é uma fase em que precisaremos tomar decisões importantes tanto para nós quanto para as pessoas que nos rodeiam e acreditam em nossa chamada. Essa fase é o meio do caminho onde decidimos entre voltarmos para o "curral das ovelhas" e não precisaremos enfrentar exércitos e guerras ou então, acreditarmos que há algo ainda maior para acontecer do que simplesmente trabalhar dentro das quatro paredes de nossas igrejas, partindo assim rumo a "Israel".
A terceira e última unção trouxe consigo a fase de reconhecimento nacional do chamado de Davi para governar o povo israelita. A unção e reconhecimento no meio dos irmãos é bom, mas Hebrom ou a unção no meio da igreja é ótimo, mas há algo ainda melhor: a unção e reconhecimento fora da Igreja, onde as pessoas vão olhar para nós e saber que fomos chamados por Deus para uma grande Obra.
A terceira fase traz consigo a presença da Arca. Em Belém é bom? sim. Em Hebrom é bom? sim, mas Israel é melhor.
É lá onde Deus quer nos levar: para um lugar de excelência.
Que Deus nos unja e nos capacite para vencermos onde estivermos. Amém.
Deus nos abençoe.